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Viver em um mundo de estímulos intensos: entendendo a neurodiversidade.

  • Foto do escritor: Jésus Fillipi
    Jésus Fillipi
  • há 10 horas
  • 1 min de leitura

Já imaginou como é experimentar o mundo de forma diferente? Para muitas pessoas neurodivergentes, sons, luzes e detalhes que passam despercebidos para a maioria podem se tornar intensos, até sobrecarregadores. Um simples zumbido de fundo, uma luz piscando ou várias conversas ao mesmo tempo podem gerar desconforto ou ansiedade.


Não se trata de “frescura” ou “exagero”. É simplesmente uma forma diferente de processar o mundo. A neurodiversidade nos lembra que o cérebro humano não é igual para todos, e que essas diferenças não são falhas, mas sim variações naturais da mente.


A empatia começa quando nos dispomos a olhar além da nossa própria percepção. Pequenas atitudes do dia a dia, como reduzir ruídos, oferecer pausas em ambientes cheios de estímulos ou apenas ouvir com atenção, podem fazer uma enorme diferença.


Compartilhar conhecimento e experiências sobre neurodiversidade ajuda a construir uma sociedade mais acolhedora, onde todos se sentem vistos e compreendidos. Espalhar consciência é o primeiro passo para transformar a maneira como enxergamos o mundo e quem nele habita.


Se você conhece alguém que pode se beneficiar dessa compreensão, compartilhe este conteúdo. Cada gesto de empatia conta, e juntos podemos criar ambientes mais inclusivos e respeitosos.



 
 
 

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