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Autismo não é uma doença: compreender para cuidar melhor
O Transtorno do Espectro Autista não é uma doença, mas uma condição do neurodesenvolvimento. Isso significa que o cérebro se desenvolve e se organiza de forma diferente desde o início da vida, influenciando a maneira como a pessoa percebe o mundo, se comunica, interage e regula emoções. O autismo não é algo que se adquire ao longo do tempo e nem algo que precise ser curado. O foco do acompanhamento adequado está em promover qualidade de vida, autonomia, desenvolvimento de hab
11 de fev.1 min de leitura


Agitação motora no TDAH: o que ela realmente significa
A agitação motora no TDAH não está relacionada à falta de educação ou à ansiedade sem motivo. Trata-se de um comportamento comum e diretamente ligado ao funcionamento neurológico. Mexer as pernas, balançar os pés, trocar de posição com frequência ou manipular objetos são movimentos que ajudam o cérebro a se manter ativo e focado. Para pessoas com TDAH, o corpo se movimenta como uma forma de compensar a dificuldade de atenção e manter o nível de estimulação necessário para o f
10 de fev.1 min de leitura


Viver em um mundo de estímulos intensos: entendendo a neurodiversidade.
Já imaginou como é experimentar o mundo de forma diferente? Para muitas pessoas neurodivergentes, sons, luzes e detalhes que passam despercebidos para a maioria podem se tornar intensos, até sobrecarregadores. Um simples zumbido de fundo, uma luz piscando ou várias conversas ao mesmo tempo podem gerar desconforto ou ansiedade. Não se trata de “frescura” ou “exagero”. É simplesmente uma forma diferente de processar o mundo. A neurodiversidade nos lembra que o cérebro humano nã
5 de fev.1 min de leitura


O que acontece no cérebro durante o meltdown?
O meltdown é uma resposta neurológica intensa que pode ocorrer em pessoas autistas ou com alta sensibilidade sensorial. Diferente do que muitos imaginam, não é birra, manipulação ou falta de limites. É o corpo dizendo “chega, não consigo mais lidar com tanto estímulo”. Durante um episódio, o sistema nervoso entra em sobrecarga e perde a capacidade de processar informações e reagir racionalmente. O indivíduo pode gritar, chorar, se agitar, fugir ou simplesmente paralisar. Essa
20 de jan.2 min de leitura


Quando o fim de ano pesa mais do que encanta para crianças autistas
O fim de ano costuma ser associado a alegria, encontros e celebrações. Para muitas famílias, é um período esperado com carinho. Mas, para crianças autistas, esse mesmo cenário pode se transformar em um ambiente de intenso sofrimento emocional e sensorial. Mudanças bruscas na rotina, viagens, horários irregulares, casas cheias, sons altos, luzes piscando e várias conversas ao mesmo tempo criam um excesso de estímulos difícil de processar. O que para alguns é festa, para outros
17 de dez. de 20252 min de leitura


Por que o cérebro autista sente o mundo com tanta intensidade?
Entenda, de forma humana e baseada na neurociência, como o processamento sensorial acontece no autismo, por que pequenos estímulos podem se tornar gigantes e como o acolhimento transforma a experiência de quem vive nesse mundo em alto volume. ✅ Quando o mundo vem alto demais: o que muitas pessoas não enxergam: Imagine viver com o volume sempre no máximo. O som da geladeira não passa despercebido. A etiqueta da roupa incomoda como se arranhasse a pele. O cheiro do perfume inva
14 de nov. de 20252 min de leitura
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